A 11ª Turma do TRT da 2ª Região confirma decisão da 1ª Vara do Trabalho de Barueri que condenou a empresa Philip Morris a pagar horas extras, inclusive pela sonegação do intervalo para refeição e descanso, a vendedor externo, uma vez que restou comprovado que a empresa controlava toda a rotina diária do empregado. O trabalhador ajuizou ação postulando pagamento de horas extras e intervalo de almoço. A empresa defendeu-se alegando que o trabalhador executava serviço externo, sem possibilidade de controle de jornada, estando na exceção prevista do art. 62, I da CLT, razão pela qual não deveria ser condenada. Entretanto, a prova produzida nos autos demonstrou que a empresa controlava a rotina diária do trabalhador através de palm top e do roteiro diário elaborado pela empresa, razão pela qual a empresa foi condenada a pagar as horas extras perseguidas. A empresa recorreu ao TRT, entretanto, não obteve sucesso, uma vez que a 11ª Turma entendeu que a recorrente controlava a rotina diária do trabalhador permitindo a paga das horas extras, inclusive em razão da sonegação do intervalo para refeição e descanso, mantendo, portanto, a decisão de primeiro grau. Da decisão ainda cabe recurso.Autos n.º 00011020620135020201.

Confira a íntegra da decisão: http://goo.gl/FMP8n5

Fonte: www.trtsp.jus.br 

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